• Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente
24 de junho de 2026
Brasil 060 News
  • Login
  • Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente
No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente
No Result
View All Result
Brasil 060 News
No Result
View All Result
Home Destaque

Associações do DF se unem na luta contra o racismo

REDAÇÃO BRASIL 060 por REDAÇÃO BRASIL 060
04/12/2015 | 12:46
em Destaque, Notícias
Associações do DF se unem na luta contra o racismo

Com música, dança e ações sociais, associações da capital e do Entorno sensibilizam, difundem e promovem a cultura afrodescendente. Os recentes ataques a terreiros impulsionam a formação e a união desses grupos

20151204011748616969a
No Dia Nacional do Samba, os Filhos de Dona Maria e outros grupos se reuniram na Rodoviária do Plano Piloto contra o racismo

Lutar contra o racismo é uma tarefa diária. Em Brasília, ainda são frequentes as ofensas raciais. Além disso, nos últimos meses, foram registrados pelo menos 14 ataques a terreiros de matriz africana no Distrito Federal e no Entorno, o que reforça a intolerância na região. O mais recente deles ocorreu na última terça-feira, em Valparaíso, onde parte do templo Ile Aira Axe Mersan Orun acabou destruído por vândalos (leia reportagem abaixo). Nesse cenário, muitos grupos de música e dança que promovem ações sociais surgem no cenário brasiliense para discutir, sensibilizar e disseminar o tema.

O preconceito e a humilhação sofridos por uma turma de sete dançarinos negros, tachados de gangue, fizeram com que o Grupo Cultural Azulim fosse fundado em Sobradinho 2, há 20 anos. O diretor-presidente da associação, Iranildo Gonçalves, 44 anos, explica que a base da entidade é o fortalecimento da cultura afrodescendente. Hoje, cerca de 300 pessoas da comunidade participam de aulas de hip-hop, caratê, capoeira, dança terapêutica, oficinas de capacitação e de uma casa de recuperação para dependentes químicos. “Em todas as atividades, nas músicas, nos trabalhos e nas pesquisas, sempre trazemos à tona a cultura negra. A gente se autoafirma todos os dias”, explica.

VejaTambém

Renovação de cota zero para carros elétricos beneficia consumidor

Copa 2026 com Brasil em campo: veja as partidas desta quarta-feira

Assim como o Azulim, o Grupo Nzinga de Capoeira Angola oferece aulas há 14 anos, na Asa Norte e no Varjão. Fazem parte do projeto cerca de 40 alunos. Segundo o coordenador, Dênis Rodrigues da Silva, o movimento surgiu em torno da capoeira ritualística e reafirma a origem africana da atividade. “A gente insiste na nossa similaridade com o candomblé. As nossas noções, principalmente de comunidade, ancestralidade, princípios educativos, movimentação e músicas, remetem aos mestres mais antigos. Se, por um lado, existem o aumento do reconhecimento e o respeito às gerações negras, por outro, estamos só no começo. Os ataques a terreiros que aconteceram, por exemplo, são ataques a nós mesmos”, disse.

Musicalidade
No terreiro Ilê Ase Ode Fun Mi Layo, em Sobradinho, surgiu, há quatro meses, o Afoxé Ode Igbo. Após os ataques a templos de cultura afro-brasileira, o grupo musical se uniu para desmistificar o candomblé. Eles usam instrumentos como agogô, xequerê e três atabaques do candomblé. No fim de novembro, eles se apresentaram no Festival Samba de Coco e Maracatu, no Paranoá, em comemoração ao Dia da Consciência Negra. “À época, nós vimos a movimentação de outros templos para difundir a cultura e a religião do candomblé, que ainda é vista por muitos como algo macabro. Apesar de ser um movimento mais cultural, não queremos deixar de lado a parte religiosa, para mostrar como realmente é”, explicou o presidente do grupo, Rafael Siqueira da Silva.

Os Filhos de Dona Maria recorrem ao cavaquinho, ao violão e à percussão para fazer samba e misturar chula, igexá, maxixe, ciranda, maracatu, afoxé, jongo e a musicalidade da capoeira. Quatro músicos se inspiram nos tambores e nos temperos do terreiro de matriz africana. Começaram há três anos no Ilê Axé T’ojú Labá, no bairro Jardim ABC, na Cidade Ocidental. “O nosso intuito é tirar de dentro do terreiro e levar para as ruas, para as pessoas entenderem o que é a energia, a cultura do negro. As nossas letras falam sobre a valorização do negro, a cultura dos orixás, Zumbi dos Palmares, Mandela, capoeira”, detalha Vinicius de Oliveira, 29 anos, um dos integrantes do grupo.

Tags: Olhar capitalRacismo

VejaTambém

Renovação de cota zero para carros elétricos beneficia consumidor
Destaque

Renovação de cota zero para carros elétricos beneficia consumidor

24/06/2026 | 12:44
Copa 2026 com Brasil em campo: veja as partidas desta quarta-feira
Copa do Mundo

Copa 2026 com Brasil em campo: veja as partidas desta quarta-feira

24/06/2026 | 12:36
Anvisa e Receita Federal apreendem 25 mil cigarros eletrônico
Destaque

Anvisa e Receita Federal apreendem 25 mil cigarros eletrônico

24/06/2026 | 12:30
Mostrar Mais
Próximo post
Proposta de postos de combustíveis em shoppings beneficia concessionárias

Proposta de postos de combustíveis em shoppings beneficia concessionárias

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Navegue por aqui

  • Artigo de Colunistas (7)
  • Brasil (75)
  • Brasilia do Alto (2.371)
  • Cidades DF (3)
  • Ciência (1)
  • Ciência e Saúde (1)
  • Concursos (13)
  • Copa do Mundo (45)
  • CRIMES CONTRA INFÂNCIA NA INTERNET (1)
  • Cultura (1.474)
  • Destaque (10.371)
  • Detran-DF (2)
  • Direitos Humanos (72)
  • Economia (2.098)
  • Educação (123)
  • Esportes (611)
  • Exercito Brasileiro (1)
  • Famosos (1)
  • Geral (723)
  • Guerra (3)
  • Homicídio (1)
  • Internacional (206)
  • justiça (342)
  • Luto (4)
  • Meio Ambiente (92)
  • Mundo (1.221)
  • Notícias (11.642)
  • Polêmica (1)
  • Polícia Federal (38)
  • Política (2.523)
  • Regiões (1.640)
  • Religião (3)
  • Saúde (1.257)
  • SEGURANÇA PÚBLICA (1)
  • Tecnologia (1.903)
  • Tráfico de Drogas (2)

Veja por Categoria

  • Artigo de Colunistas (7)
  • Brasil (75)
  • Brasilia do Alto (2.371)
  • Cidades DF (3)
  • Ciência (1)
  • Ciência e Saúde (1)
  • Concursos (13)
  • Copa do Mundo (45)
  • CRIMES CONTRA INFÂNCIA NA INTERNET (1)
  • Cultura (1.474)
  • Destaque (10.371)
  • Detran-DF (2)
  • Direitos Humanos (72)
  • Economia (2.098)
  • Educação (123)
  • Esportes (611)
  • Exercito Brasileiro (1)
  • Famosos (1)
  • Geral (723)
  • Guerra (3)
  • Homicídio (1)
  • Internacional (206)
  • justiça (342)
  • Luto (4)
  • Meio Ambiente (92)
  • Mundo (1.221)
  • Notícias (11.642)
  • Polêmica (1)
  • Polícia Federal (38)
  • Política (2.523)
  • Regiões (1.640)
  • Religião (3)
  • Saúde (1.257)
  • SEGURANÇA PÚBLICA (1)
  • Tecnologia (1.903)
  • Tráfico de Drogas (2)
  • Home
  • Expediente
  • Contato

© 2022 Brasil 060 - Todos os Direitos Reservados.

No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente

© 2022 Brasil 060 - Todos os Direitos Reservados.

Bem-vindo de Volta!

Faça login na sua conta

Redefinir senha?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Acessar