• Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente
14 de junho de 2026
Brasil 060 News
  • Login
  • Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente
No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente
No Result
View All Result
Brasil 060 News
No Result
View All Result
Home Copa do Mundo

Com golaço de Vini Jr., Brasil empata com Marrocos na estreia da Copa

Vazada contra Egito, Panamá, Croácia, França e Tunísia, Seleção retrocede de convicção na defesa e do sistema tático e inicia nova caça ao hexa com 1 x 1 abaixo da crítica contra Marrocos

REDAÇÃO BRASIL 060 por REDAÇÃO BRASIL 060
13/06/2026 | 21:54
em Copa do Mundo, Destaque, Esportes, Notícias
Com golaço de Vini Jr., Brasil empata com Marrocos na estreia da Copa

Vini Jr. em lance no jogo contra o Marrocos - (crédito: AFP)

Nova Jersey — Carlo Ancelotti costuma se orgulhar das origens italianas. Não apenas pela coleção de títulos espalhada pelas principais ligas da Europa, mas também pela herança de um país que transformou a arte de defender em patrimônio cultural. Foi assim que a Itália conquistou quatro Copas do Mundo. É também assim que o treinador imagina pavimentar o caminho do Brasil rumo ao hexa, mas a realidade é outra.

A Seleção Brasileira desembarcou nos Estados Unidos carregando uma preocupação cada vez mais difícil de esconder. Entrou em campo contra Marrocos após sofrer gols nas cinco partidas anteriores. Saiu do MetLife Stadium com a sequência ampliada. Se o sonho é conquistar a sexta estrela, o Brasil também alcançou outro hexa neste sábado: o sexto jogo consecutivo com a meta violada.

VejaTambém

Brasil sofre com Marrocos e estreia na Copa do Mundo com empate

Com gol na estreia, Vini Jr iguala feito Ronaldinho Gaúcho em Copas

O alerta não nasceu diante dos marroquinos. Até o Panamá conseguiu balançar as redes brasileiras neste ciclo, apesar da derrota por 6 x 1. Contra um adversário do porte de Marrocos, semifinalista da última Copa do Mundo, o castigo parecia questão de tempo. Saibari encontrou um corredor entre Gabriel Magalhães e Marquinhos, avançou livre e encobriu Alisson para escancarar uma fragilidade que acompanha a equipe há semanas.

Foi uma tarde em que Ancelotti também precisou conviver com as próprias contradições. O treinador abandonou o 4-4-2 utilizado nos compromissos anteriores e apostou em mudanças importantes. Igor Thiago apareceu entre os titulares no lugar de Matheus Cunha. Ibañez ganhou a vaga de Danilo. O resultado foi uma equipe sem sintonia, espaçada entre os setores e vulnerável justamente naquilo que deveria ser sua principal virtude.

Durante boa parte do primeiro tempo, Marrocos parecia jogar em casa. Trocava passes com naturalidade, acelerava quando encontrava espaço e encontrava superioridade numérica com frequência preocupante. O Brasil correu atrás do prejuízo, empatou e evitou uma estreia ainda mais traumática. Mas a sensação deixada no gramado foi desconfortável.

Até 2018, a Seleção não empatava uma estreia de Copa desde o 1 x 1 contra a Suécia, em 1978. Na Rússia, a Suíça repetiu a dose. Agora foi a vez de Marrocos arrancar pontos da Amarelinha logo no primeiro compromisso do Mundial.

Ancelotti terá quatro dias para reorganizar a casa antes do duelo contra o Haiti, na próxima sexta-feira, na Filadélfia. Tempo suficiente para corrigir erros táticos. Talvez não para silenciar uma pergunta que cresce a cada partida: como um treinador moldado pela tradição defensiva italiana vê sua Seleção sofrer gols com tanta frequência?

Doze anos depois, a Seleção Brasileira voltou a estrear em uma Copa do Mundo, saindo atrás no placar. Em 2014, Marcelo marcou contra na vitória de virada por 3 x 1 sobre a Croácia. Conscientes ou não do aproveitamento do Brasil em debutes — 17 triunfos em 22 edições —, Marrocos tomou as rédeas no primeiro tempo.

Trocaram passes com naturalidade, aceleraram quando encontraram espaço e expuseram os problemas de encaixe do sistema defensivo brasileiro. Durante os primeiros minutos, a bola parecia ter cidadania marroquina. Após longa sequência de trocas de passe, Mazraoui percebeu a dificuldade de Ibañez na recomposição, avançou sem resistência e cruzou para Aynaoui finalizar. Bruno Guimarães apareceu como bombeiro para bloquear a conclusão e evitar o pior.

A linha defensiva brasileira dava sinais evidentes de falta de química. Os espaços surgiam entre os setores, a recomposição era lenta e, não raramente, Marrocos atacava em superioridade numérica. Capitão e principal referência técnica da equipe africana, Hakimi tentou assumir o protagonismo ao arriscar um chute cruzado da direita. Alisson apenas acompanhou a trajetória da bola até a linha de fundo.

A posse chegou a ultrapassar os 70% para os marroquinos. O Brasil só conseguiu respirar quando Vinicius Junior resolveu chamar o jogo para si. O atacante levou a melhor sobre Hakimi pela primeira vez e encontrou Igor Thiago na área. O brasiliense, porém, não conseguiu acertar o tempo da cabeçada.

O castigo veio aos 20 minutos. Paquetá errou o domínio no campo de ataque e abriu caminho para um contra-ataque fulminante. Mazraoui encontrou Brahim Díaz, que serviu Saibari entre Gabriel Magalhães e Marquinhos. Cara a cara com Alisson, o atacante mostrou categoria ao tocar por cobertura e abrir o placar no MetLife Stadium. Pecado. Foi o último lance antes da parada para hidratação.

Nem mesmo o gol acordou imediatamente a Seleção. Paquetá acumulava erros de passe, Marrocos encontrava corredores livres por praticamente todos os setores do campo e a sensação era de que o time africano estava sempre um movimento à frente. Até que Vinicius apareceu novamente. Se o coletivo não respondeu, a qualidade individual prevaleceu.

O camisa 7 venceu o duelo contra Hakimi, criou a jogada praticamente sozinho e recolocou o Brasil na partida. Depois do gol, chamou a torcida para o jogo e incendiou o estádio. Os problemas, porém, permaneciam evidentes, especialmente na proteção às sobras das bolas paradas.

Antes do intervalo, o Brasil quase virou. Criticado durante boa parte da etapa inicial, Paquetá se projetou na área e acertou um belo voleio, obrigando a defesa marroquina a trabalhar. Seria injusto para o roteiro do primeiro tempo. Marrocos saiu de campo com a sensação de que merecia mais, enquanto o Brasil tinha a certeza de que precisava jogar muito mais.

O primeiro tempo deixou feridas evidentes demais para serem ignoradas. Ancelotti percebeu isso e agiu sem cerimônia no intervalo. Ibañez foi sacado para a entrada de Danilo, enquanto Fabinho assumiu o lugar de Casemiro. Amarelado, o veterano flertava com a expulsão. O italiano precisava proteger o cão de guarda e, principalmente, impedir que Marrocos continuasse encontrando tanto espaço para correr.

Ancelotti esperou os protocolares 15 minutos do segundo tempo para mexer novamente na equipe. Igor Thiago, discreto durante a partida, deu lugar a Matheus Cunha. Paquetá também deixou o campo. Em busca de mais profundidade e velocidade, o treinador italiano lançou Luiz Henrique pela direita e assumiu de vez uma postura mais agressiva.

Era o movimento que faltava para a Seleção. O Brasil não sofria os mesmos sustos do primeiro tempo, fruto dos ajustes promovidos no intervalo, mas ainda esbarrava em um problema recorrente: tinha a bola, circulava pelo campo de ataque, porém sem transformar a posse em perigo real. As mudanças de Ancelotti buscavam justamente romper essa monotonia e devolver verticalidade a uma equipe que controlava o jogo sem conseguir ferir Marrocos.

O domínio territorial quase se transformou em vitória, mas morreu em lançamentos longos demais, cruzamentos sem direção e decisões apressadas. Faltou capricho. Faltou ousadia. Faltou a convicção de quem se vê pronto para conquistar uma Copa do Mundo. Nas arquibancadas, o ambiente parecia acompanhar o que acontecia em campo. Os gritos eram esporádicos, a empolgação aparecia em lampejos. Ao apito final, ficou a sensação de uma estreia burocrática, aquém da expectativa criada em torno de uma Seleção que desembarcou nos Estados Unidos sonhando com o hexa.

>>Siga o nosso Canal https://s.shopee.com.br/3VhruHDKgS?share_channel_code=1

Ficha técnica

Brasil 1 x 1 Marrocos

Fase de grupos (1ª rodada da chave C)

Local: MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA)

Árbitro: Slavko Vincic (Eslovênia)
Público: 80.663 presentes

Escalações

Brasil — Alisson; Ibañez (Danilo), Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro (Fabinho), Bruno Guimarães (Danilo Santos), Raphinha e Lucas Paquetá (Matheus Cunha); Igor Thiago (Luiz Henrique) e Vinicius Junior. Técnico: Carlo Ancelotti

Cartões amarelos: Casemiro e Ibañez
Gol: Vinicius Junior, aos 32 do 1º tempo

Marrocos — Bono; Hakimi, Diop, Riad e Mazraoui; Bouaddi e El Ayanaoui; Brahim Díaz (Chemsdine Talbi), Ounahi (El Mourabet) e Khannouss (Talbi); Saibari (Rahmini). Técnico: Mohamed Ouahbi

Cartões amarelos: Não levou
Gol: Saibari, aos 21 do 1º tempo

 

Fonte: Correio Braziliense

VejaTambém

Brasil sofre com Marrocos e estreia na Copa do Mundo com empate
Copa do Mundo

Brasil sofre com Marrocos e estreia na Copa do Mundo com empate

13/06/2026 | 22:03
Com gol na estreia, Vini Jr iguala feito Ronaldinho Gaúcho em Copas
Destaque

Com gol na estreia, Vini Jr iguala feito Ronaldinho Gaúcho em Copas

13/06/2026 | 21:59
Tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde, diz estudo
Destaque

Tarifa zero pode garantir mais acesso a serviços de saúde, diz estudo

13/06/2026 | 21:44
Mostrar Mais
Próximo post
Com gol na estreia, Vini Jr iguala feito Ronaldinho Gaúcho em Copas

Com gol na estreia, Vini Jr iguala feito Ronaldinho Gaúcho em Copas

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Navegue por aqui

  • Artigo de Colunistas (7)
  • Brasil (75)
  • Brasilia do Alto (2.371)
  • Cidades DF (3)
  • Ciência (1)
  • Ciência e Saúde (1)
  • Concursos (13)
  • Copa do Mundo (2)
  • CRIMES CONTRA INFÂNCIA NA INTERNET (1)
  • Cultura (1.474)
  • Destaque (10.299)
  • Detran-DF (2)
  • Direitos Humanos (71)
  • Economia (2.085)
  • Educação (122)
  • Esportes (575)
  • Exercito Brasileiro (1)
  • Famosos (1)
  • Geral (713)
  • Guerra (3)
  • Homicídio (1)
  • Internacional (203)
  • justiça (340)
  • Luto (4)
  • Meio Ambiente (91)
  • Mundo (1.221)
  • Notícias (11.568)
  • Polêmica (1)
  • Polícia Federal (37)
  • Política (2.521)
  • Regiões (1.640)
  • Religião (3)
  • Saúde (1.255)
  • SEGURANÇA PÚBLICA (1)
  • Tecnologia (1.903)
  • Tráfico de Drogas (2)

Veja por Categoria

  • Artigo de Colunistas (7)
  • Brasil (75)
  • Brasilia do Alto (2.371)
  • Cidades DF (3)
  • Ciência (1)
  • Ciência e Saúde (1)
  • Concursos (13)
  • Copa do Mundo (2)
  • CRIMES CONTRA INFÂNCIA NA INTERNET (1)
  • Cultura (1.474)
  • Destaque (10.299)
  • Detran-DF (2)
  • Direitos Humanos (71)
  • Economia (2.085)
  • Educação (122)
  • Esportes (575)
  • Exercito Brasileiro (1)
  • Famosos (1)
  • Geral (713)
  • Guerra (3)
  • Homicídio (1)
  • Internacional (203)
  • justiça (340)
  • Luto (4)
  • Meio Ambiente (91)
  • Mundo (1.221)
  • Notícias (11.568)
  • Polêmica (1)
  • Polícia Federal (37)
  • Política (2.521)
  • Regiões (1.640)
  • Religião (3)
  • Saúde (1.255)
  • SEGURANÇA PÚBLICA (1)
  • Tecnologia (1.903)
  • Tráfico de Drogas (2)
  • Home
  • Expediente
  • Contato

© 2022 Brasil 060 - Todos os Direitos Reservados.

No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente

© 2022 Brasil 060 - Todos os Direitos Reservados.

Bem-vindo de Volta!

Faça login na sua conta

Redefinir senha?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Acessar