• Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente
11 de março de 2026
Brasil 060 News
  • Login
  • Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente
No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente
No Result
View All Result
Brasil 060 News
No Result
View All Result
Home Economia

“Fatiar Previdência pode dissipar pressão”, diz consultor do Senado

REDAÇÃO BRASIL 060 por REDAÇÃO BRASIL 060
18/12/2018 | 15:23
em Economia
“Fatiar Previdência pode dissipar pressão”, diz consultor do Senado

“Daqui quatro anos, se nada for feito, a dívida do governo em relação ao PIB vai a 100%. Vamos ter colapso do Estado”, avalia Pedro Nery

Logo da Previdência Social: reforma da Previdência é um dos maiores desafios da próxima gestão (Divulgação/Agência Brasil)

Brasília – A aprovação no Congresso de pautas com apelo entre os eleitores do futuro presidente Jair Bolsonaro, como as questões de segurança pública, pode ajudar a “legitimar” e a angariar apoio para a impopular reforma da Previdência, avalia o consultor do Senado Pedro Nery. Ele foi um dos principais defensores, fora do governo, da reforma de Michel Temer e integrou, recentemente, o grupo que formulou uma proposta de reforma sob coordenação do ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga e de Paulo Tafner. Para Nery, o fatiamento da proposta pode contribuir para dissipar a pressão de diferentes categorias contra a aprovação.

VejaTambém

Governo pede ao Cade para investigar aumento dos combustíveis

Cesta básica fica mais cara em 14 capitais no mês de fevereiro

Qual é o cenário para a reforma da Previdência, uma vez que o governo está titubeante em relação à proposta?

De fato há um histórico do presidente eleito e de parte de seus auxiliares de terem sido contra a reforma, mas acho também que estamos chegando num momento em que não tem mais como empurrar com a barriga. A presença do ministro Paulo Guedes, que coloca a reforma como prioridade, é sinal de que ela pode ser bem encaminhada. Da eleição para cá, a incerteza em relação ao tema se dissipou um pouco.

Ainda não se sabe, por exemplo, se será uma proposta de emenda à Constituição (PEC), que exige aprovação por três quintos da Câmara e do Senado. Qual seria o melhor caminho?

Essa é uma avaliação da ala política, porque existem várias opções. Uma opção é desde já aproveitar a proposta do presidente Michel Temer e deixar para o futuro outras alterações que não constem nela. Na verdade, a proposta é hoje menos uma proposta de Temer e mais uma proposta da Câmara, até porque passou por diversas modificações conforme o relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (DEM-BA). E existe a possibilidade de sair do zero e propor uma reforma mais ampla. No fim das contas, é uma avaliação política que o governo vai fazer.

O sr. acha que a resistência política, inclusive do futuro ministro Onyx Lorenzoni (que foi contrário à reforma na comissão especial), já se dissipou?

Não sei. Acho que o convencimento existe especialmente por parte do ministro da Economia, mas o ministro Onyx se cercou de auxiliares que, embora tenham sido contrários à proposta de Temer, defendem alguma reforma da Previdência. Então acho que, de fato, essa é uma questão essencial, porque antes da discussão no Legislativo existe um debate político que vai se dar dentro do próprio Executivo, dentro dessa oposição histórica que a gente tem no Brasil entre Fazenda e Casa Civil.

Onyx já disse que o governo tem quatro anos para fazer reforma.

Acho que parte do mercado tem preferido ficar com a máxima de Guedes, de que Onyx é um político falando de economia. A leitura que tem prevalecido é a de que ele eventualmente vai se alinhar a Guedes. Mas de fato é preocupante: não temos quatro anos para esperar a reforma. Daqui quatro anos, se nada for feito, a dívida do governo em relação ao PIB vai a 100%. Vamos ter colapso do Estado, das políticas públicas, os Estados vão quebrar, a economia não vai crescer porque vai ter uma dificuldade de confiança e de retorno do investimento muito grande.

Quando Temer enviou a proposta há dois anos, a reforma já era tida como urgente. Qual é o diagnóstico hoje?

Embora a proposta não tenha sido aprovada, houve um ganho importante, o governo conseguiu colocar o tema no centro do debate e ganhar apoio. É claro que o ideal é que ela já tivesse sido aprovada, mas não foi. É uma questão realmente importante, porque ainda existe dificuldade de explicar para o cidadão comum e atores importantes da opinião pública que a recuperação da economia depende da reforma da Previdência.

O fatiamento da reforma pode delimitar os focos de pressão?

Isso consta da proposta do Arminio Fraga e do Paulo Tafner, que seria composta por cinco proposições. Uma PEC desconstitucionalizando os parâmetros e outros cinco projetos de lei complementar. Um relativo ao INSS, de servidores, Forças Armadas e mais um para policiais e bombeiros militares. Cinco proposições, potencialmente com cinco relatores. Mas dependeria da evolução do cenário político. Por um lado, tem a vantagem de exigir quórum menor (para aprovar uma PEC são necessários três quintos da Câmara e do Senado; para um projeto, basta maioria simples) e ter uma tramitação mais rápida. Outra vantagem é minimizar em cada votação a resistência de grupos de interesse, porque dissipa uma coalizão que em determinado momento poderia juntar policiais, servidores. No melhor estilo ‘dividir para conquistar’. Por outro lado, o fatiamento exige uma quantidade maior de votações.

Outros assuntos estão sendo colocados pelo governo para serem debatidos no Congresso. Isso não pode tumultuar o meio de campo?

Talvez, mas existe também a visão de que, se o governo conseguir pautar outros assuntos que são caros à sua base eleitoral, ele pode também conseguir mais apoio às propostas impopulares. Então, essas questões de segurança pública, talvez redução da maioridade penal, desarmamento, que são caras a quem votou no novo governo, embora consumam tempo e energia da pauta do governo nesse início, poderiam de certa forma legitimar também o ajuste que é mais difícil, incompreendido e impopular. Fonte: Portal Exame

Tags: AJUSTE FISCAL ECONOMIA BRASILEIRA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

VejaTambém

Governo pede ao Cade para investigar aumento dos combustíveis
Destaque

Governo pede ao Cade para investigar aumento dos combustíveis

10/03/2026 | 18:57
Cesta básica fica mais cara em 14 capitais no mês de fevereiro
Destaque

Cesta básica fica mais cara em 14 capitais no mês de fevereiro

09/03/2026 | 14:14
Estimativas do mercado para inflação e PIB ficam estáveis
Destaque

Estimativas do mercado para inflação e PIB ficam estáveis

09/03/2026 | 14:03
Mostrar Mais
Próximo post
Grupo J&F, dos irmãos Batista, vende quase R$ 1 bi de ativos de elétrica

Grupo J&F, dos irmãos Batista, vende quase R$ 1 bi de ativos de elétrica

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Navegue por aqui

  • Artigo de Colunistas (7)
  • Brasil (75)
  • Brasilia do Alto (2.371)
  • Cidades DF (3)
  • Ciência (1)
  • Ciência e Saúde (1)
  • Concursos (13)
  • CRIMES CONTRA INFÂNCIA NA INTERNET (1)
  • Cultura (1.468)
  • Destaque (9.855)
  • Detran-DF (2)
  • Direitos Humanos (60)
  • Economia (1.945)
  • Educação (117)
  • Esportes (493)
  • Exercito Brasileiro (1)
  • Famosos (1)
  • Geral (671)
  • Guerra (3)
  • Homicídio (1)
  • Internacional (168)
  • justiça (283)
  • Luto (4)
  • Meio Ambiente (86)
  • Mundo (1.221)
  • Notícias (11.123)
  • Polêmica (1)
  • Polícia Federal (34)
  • Política (2.498)
  • Regiões (1.640)
  • Religião (3)
  • Saúde (1.216)
  • SEGURANÇA PÚBLICA (1)
  • Tecnologia (1.903)
  • Tráfico de Drogas (2)

Veja por Categoria

  • Artigo de Colunistas (7)
  • Brasil (75)
  • Brasilia do Alto (2.371)
  • Cidades DF (3)
  • Ciência (1)
  • Ciência e Saúde (1)
  • Concursos (13)
  • CRIMES CONTRA INFÂNCIA NA INTERNET (1)
  • Cultura (1.468)
  • Destaque (9.855)
  • Detran-DF (2)
  • Direitos Humanos (60)
  • Economia (1.945)
  • Educação (117)
  • Esportes (493)
  • Exercito Brasileiro (1)
  • Famosos (1)
  • Geral (671)
  • Guerra (3)
  • Homicídio (1)
  • Internacional (168)
  • justiça (283)
  • Luto (4)
  • Meio Ambiente (86)
  • Mundo (1.221)
  • Notícias (11.123)
  • Polêmica (1)
  • Polícia Federal (34)
  • Política (2.498)
  • Regiões (1.640)
  • Religião (3)
  • Saúde (1.216)
  • SEGURANÇA PÚBLICA (1)
  • Tecnologia (1.903)
  • Tráfico de Drogas (2)
  • Home
  • Expediente
  • Contato

© 2022 Brasil 060 - Todos os Direitos Reservados.

No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente

© 2022 Brasil 060 - Todos os Direitos Reservados.

Bem-vindo de Volta!

Faça login na sua conta

Redefinir senha?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Acessar