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Otimismo com a economia bate recorde do governo Bolsonaro

A situação econômica do país ficou mais favorável nos últimos meses para 3 em cada 10 eleitores (27,8%)

REDAÇÃO BRASIL 060 por REDAÇÃO BRASIL 060
24/09/2022 | 15:27
em Destaque, Economia, Notícias
Otimismo com a economia bate recorde do governo Bolsonaro

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, participa de almoço com artistas sertanejos, no Clube do Exército, em Brasília.

Foto: Agência Brasil

Douglas Gavras

O percentual de eleitores que acham que a situação econômica do país melhorou nos últimos meses igualou o melhor momento do governo de Jair Bolsonaro (PL), e as expectativas positivas para os próximos meses são as mais elevadas desde o início do mandato do presidente, segundo pesquisa Datafolha. O levantamento, realizado entre os dias 20 e 22, também aponta o maior índice dos que consideram que a situação pessoal melhorou desde o início da série, em 2015.

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A situação econômica do país ficou mais favorável nos últimos meses para 3 em cada 10 eleitores (27,8%), mesmo índice aferido antes da pandemia, em dezembro de 2019, e a sensação de melhora também vem aumentando ao longo do segundo semestre. Em agosto, 25% viam a trajetória da economia brasileira de forma positiva, e 15% pensavam assim em junho.

Essa percepção otimista, às vésperas das eleições, é maior entre os homens (35%), aqueles com mais anos de estudo (35%) e os mais ricos –com renda familiar acima de dez salários mínimos (46%). Os eleitores do presidente Bolsonaro têm uma visão mais otimista da economia –64% veem uma melhora, ante 59% dos que se sentiam assim em 18 de agosto.

Dos que pretendem votar no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 7% pensam dessa forma agora, mesmo patamar do mês passado. A percepção positiva subiu, sobretudo, entre os eleitores de Simone Tebet (MDB), que passaram de 9% para 16% no período.

Alguns dados econômicos recentes ajudam a entender o aumento no número de entrevistados que dizem que a economia teve desempenho melhor –mas é preciso ponderar os efeitos desses indicadores.
Agosto, por exemplo, registrou o segundo mês seguido de deflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor – Amplo), sob efeito do recuo dos preços dos combustíveis. Em 12 meses, a inflação acumulada foi de 8,73% –ante os 10,07% registrados no mês anterior.

Ainda assim, a inflação do Brasil era a 8ª maior de uma lista das 20 principais economias do mundo. O grupo de alimentação e bebidas continuou em alta, de 0,24% em agosto e de 13,43% em 12 meses. E a inflação da cesta básica, que afeta mais impiedosamente os mais pobres, era de 25,9% em 12 meses, de acordo com estudo da PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná).

Do lado do emprego, ainda que a taxa de desocupação tenha recuado para 9,1% no trimestre até julho, o número de trabalhadores informais chegou a 39,3 milhões, de acordo com a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), divulgada pelo IBGE.

Ao mesmo tempo, segundo o Datafolha, a percepção de piora da economia brasileira chegou a 50% na pesquisa mais recente (eram 54% em agosto). Para 21%, tudo permaneceu igual, e cerca de 1% não soube responder.

Em situação mais frágil no mercado de trabalho, as mulheres sentem mais a piora do país (58%); aqueles com renda familiar mensal de até dois salários mínimos, mais reféns dos aumentos de preços dos alimentos, também (58%). Para os beneficiários do Auxílio Brasil, a sensação de piora é de 55%.

Reportagem recente da Folha de S.Paulo apontou que o Brasil chega às eleições de 2022 com uma taxa de desemprego mais baixa que há quatro anos, mas com inflação mais elevada.

Quando olham para a sua situação particular, 27% dos entrevistados pelo Datafolha afirmam que ela melhorou nos últimos meses (eram 26% na pesquisa de agosto e 20% na de junho), 33% consideram que ficou igual, e 39% dizem crer que piorou (ante 42% e 47% nas rodadas anteriores).

Já a expectativa de saber quem irá governar o Brasil nos próximos quatro anos faz com que 53% (eram 48% em agosto) acreditem em uma melhora na economia do país, enquanto 14% (já foram 18%) acham que irá piorar e 26% não preveem mudanças significativas –a expectativa também é a mais alta desde o início do governo Bolsonaro. Para os que recebem Auxílio Brasil, o otimismo é de 58%.

Na pesquisa, foram feitas 6.754 entrevistas com eleitores com mais de 16 anos, em 343 municípios de todas as regiões do Brasil. A margem de erro para o total da amostra é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE com o número BR-04180/2022.

Na tentativa de ganhar popularidade entre os mais pobres, o governo Bolsonaro aumentou o benefício do Auxílio Brasil para R$ 600 às vésperas da eleição. Olhando sobretudo para a classe média, também foi alterada a tributação do ICMS sobre os combustíveis. O presidente, no entanto, permanece estagnado em segundo lugar nas intenções de voto, atrás de Lula.

Na avaliação do economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, essa sensação de que a economia está melhor para 28% vem dos efeitos causados pela saída da pandemia, sobretudo no setor de serviços, e também por causa do agronegócio, que tem feito a renda crescer fortemente nos estados em que a atividade agropecuária tem peso maior.

“Outros países em que as commodities têm forte peso também estão tendo desempenho melhor neste ano, como Austrália e Arábia Saudita. Não tem nada a ver com política fiscal ou com medidas do governo. De qualquer maneira, essa sensação que se vê em serviços e nos preços de produtos básicos ajuda nessa percepção mais positiva da população”, avalia.

Ele complementa, que apesar do otimismo em relação aos próximos meses, não há garantias de que a sensação de melhora continue a subir, pelo contrário. “Com juros altos e preços menores de commodities no ano que vem, esse aumento de otimismo não deve se manter. Sozinhas, as medidas estruturais tomadas pelo governo –na falta de estabilidade política e responsabilidade ambiental– não conseguem sustentar o crescimento. E esse governo não tem o que entregar nessas áreas.”

Cosmo Donato, economista-sênior da LCA Consultores, acrescenta que, apesar da recuperação em velocidade surpreendente após os piores momentos da pandemia, principalmente pela queda do desemprego e pela alta da demanda por serviços, houve uma piora institucional no manejo do lado fiscal e o governo Bolsonaro também será lembrado pelos dribles no teto de gastos.

“O contexto internacional, que é sempre muito importante para o Brasil, está realmente mais nebuloso. O que vemos é um mundo que cresce menos, com mais inflação e impactos da Guerra da Ucrânia nos preços de commodities, energia e alimentos.”

Por FolhaPress

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