• Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente
24 de abril de 2026
Brasil 060 News
  • Login
  • Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente
No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente
No Result
View All Result
Brasil 060 News
No Result
View All Result
Home Notícias

‘Maria da Penha Online superou registros nas delegacias circunscricionais’

Secretário de Segurança fala sobre o desempenho da denúncia eletrônica, que agilizou as medidas protetivas judiciais

REDAÇÃO BRASIL 060 por REDAÇÃO BRASIL 060
07/02/2022 | 9:08
em Notícias
‘Maria da Penha Online superou registros nas delegacias circunscricionais’

VejaTambém

Presidente da Alerj pede ao STF para assumir governo interino do Rio

Dólar volta a R$ 5, e bolsa cai com tensão no Oriente Médio

A denúncia é o principal mecanismo para combater e coibir as diferentes violências contra a mulher. Porém, mesmo com a disseminação de canais como o 180 e a Maria da Penha Online, a subnotificação ainda é uma realidade. Só no Distrito Federal, 70% dos casos de feminicídio não tinham registro de ocorrência anterior, dificultando a ação preventiva das forças de segurança pública.

Para enfrentar essa situação, o Governo do Distrito Federal conta com uma série de ações de incentivo às denúncias, que podem ser feitas tanto pelas vítimas quanto por terceiros. Além disso, há programas para garantir a segurança das mulheres, de forma a tirá-las do ciclo da violência. Em entrevista à Agência Brasília, o secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo, elencou as principais ações e enumerou alguns desafios.

Confira, abaixo, os principais trechos da conversa.

Foto: Renato Araújo, da Agência Brasília

Como a Secretaria de Segurança Pública age contra o crime de feminicídio?

Nós temos o programa Mulher Mais Segura, onde visamos prevenir e reprimir os crimes contra a mulher. Ele possui diversas ações. Um dos projetos é o Meta a Colher, que estimula a denúncia para que a pessoa peça socorro ou algum parente ou vizinho venha denunciar, para que possamos fazer a intervenção que cesse a violência. Lançamos no ano passado o nosso painel interativo, que traz todos os dados de violência contra a mulher. A gente estudou e estuda todos os casos de feminicídio de 2015 até hoje; e, a partir desses dados, viabiliza-se o desenvolvimento de políticas públicas. Temos o dispositivo móvel de afastamento, onde a vítima recebe um dispositivo e o agressor, uma tornozeleira – o que possibilita, caso o agressor queira se aproximar, que a gente possa intervir. Tem o Viva Flor, que é um dispositivo dado apenas à mulher e que foi aperfeiçoado no passado, em que a mulher pode acionar, abrir o áudio e tirar fotos para um caso de agressão, ameaça… Ou seja, nós temos diversas ações e políticas. Mas não tenha dúvidas: a melhor forma de combater a violência contra mulher é fomentando a denúncia. É importantíssimo que haja essa discussão com a sociedade civil.

Como as forças de segurança atuam em conjunto para combater o crime?

No âmbito da Polícia Civil, há as [unidades da] Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) especializadas nesse atendimento. Durante a pandemia teve o desenvolvimento da Maria da Penha Online, onde a mulher pode buscar auxílio diretamente por meio digital. Em um ano, a Maria da Penha Online registrou 1,3 mil ocorrências, superando inclusive os registros nas delegacias circunscricionais, pela facilidade que se tem. A Polícia Militar conta com o Provid [Programa de Prevenção Orientada à Violência Doméstica], que faz uma busca ativa e o acompanhamento daquela vítima de violência doméstica, com grupos espalhados pelos nossos batalhões que acompanham as famílias. Nós temos diversas ações e políticas que acabam criando interação entre as forças de segurança e as secretarias. Ou seja, o governo está preocupado com essa causa. A gente sente muito e trabalha não só para reduzir, mas para que não haja. Toda vez que ocorre [esse crime], causa esse constrangimento, esse sentimento ruim, muitas vezes até de impotência. Quando a gente não tem esse registro anterior, a gente pensa: onde foi que essa pessoa não teve chance de vir buscar auxílio? Mas a gente trabalha todo dia pensando em incentivar que as pessoas conheçam os canais e busquem ajuda. O melhor caminho para cessar a violência é ter o conhecimento e agir de forma preventiva. O feminicídio, muitas vezes, é o fim trágico da violência doméstica.

Quais são os desafios do combate à violência contra a mulher?
Um desafio que nós temos no enfrentamento da violência doméstica é realmente o fomento da denúncia. Em feminicídio, especificamente em quase 70% dos casos, não havia nenhum registro anterior de ocorrência. A gente tem um projeto específico na Secretaria de Segurança Pública que se chama Meta a Colher, ou seja, em briga de marido e mulher, a gente “mete a colher” para tentar salvar uma vida. Costumo dizer que a situação de violência doméstica é muito complicada, porque acaba envolvendo sentimento. Não é tão simples tratar de forma objetiva – tanto que temos diversos casos em que há a medida protetiva de afastamento do agressor, e depois a própria vítima busca [por ele] novamente, porque existe um relacionamento. Então, é mostrar que aquelas ações não são normais e saudáveis naquele relacionamento. É isso que a Rede Distrital de Proteção à Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar faz. Ela veio regulamentar, por meio de decreto do Executivo local, a atuação integrada de diversas secretarias para implementar ações conjuntas para proteger as mulheres.

No ano passado, as delegacias especializadas e a Delegacia Eletrônica foram as líderes de registros de violência contra a mulher. Existe uma expectativa de ampliação das delegacias especializadas no DF?

Já há estudo para abertura de uma nova delegacia. Não é fácil, porque a abertura de uma nova unidade requer novos policiais. Hoje temos a Deam I, no Plano Piloto, e a Deam II, em Ceilândia, então se estuda viabilizar a abertura de uma nova Deam em outra região para que se possa ter uma abrangência territorial maior. Mas existe o atendimento pela Delegacia Eletrônica, onde se pode fazer não só o registro, como solicitar medidas protetivas. Temos casos em que, em menos de 48 horas após o registro na Delegacia Eletrônica, a medida protetiva foi deferida por meio eletrônico. É um meio eficiente e eficaz, onde a gente também possibilita que a mulher possa buscar ajuda. Também há os Nuiams [unidades do Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher], onde os policiais civis são especializados em fazer um atendimento mais humanizado.

São vários programas e ações, mas há projetos específicos para 2022?

Temos alguns projetos a serem lançados este ano que estão sendo maturados, como [o que abrange] os órfãos do feminicídio, [situação] que sempre foi uma preocupação da Secretaria de Segurança Pública. Estamos estudando o desenvolvimento de um projeto que possa atender essas crianças e adolescentes que, de alguma forma, perderam a mãe e muitas vezes ficaram sem o pai, porque ele se matou ou foi preso. Já estudamos junto à Secretaria da Mulher, à Secretaria de Justiça e Cidadania e à Secretaria de Desenvolvimento Social, uma ação específica voltada a essas crianças e adolescentes. Estruturamos e agora estamos na fase de fazer a busca ativa e verificar em que condição essas pessoas estão, para que a gente possa encaminhar a programas sociais.

O DF vem lidando com a redução dos crimes de feminicídio nos últimos anos. A que o senhor atribui isso? Como manter essa queda nos casos?

É um desafio. A gente vem reduzindo os números de crimes violentos letais numa decrescente. Os feminicídios reduziram, se formos comparar os números de 2019 e 2020, quando houve uma redução muito drástica, de 47%. [O ano de] 2021 teve um pequeno aumento, mas a gente trabalha para que se possa zerar essa curva, que não haja crimes. Isso é decorrência do trabalho especializado, não só da Secretaria de Segurança Pública, mas das forças de segurança. Um trabalho pautado em análise de dados, em inteligência e em avaliação das ações.

Fonte: Agencia Brasília

Tags: #denuncia eletrônica#medida protetiva#Secretário Julio DaniloMARIA DA PENHA

VejaTambém

Presidente da Alerj pede ao STF para assumir governo interino do Rio
Destaque

Presidente da Alerj pede ao STF para assumir governo interino do Rio

23/04/2026 | 23:53
Dólar volta a R$ 5, e bolsa cai com tensão no Oriente Médio
Destaque

Dólar volta a R$ 5, e bolsa cai com tensão no Oriente Médio

23/04/2026 | 23:50
Prejuízo dos Correios chega a R$ 8,5 bilhões em 2025
Destaque

Prejuízo dos Correios chega a R$ 8,5 bilhões em 2025

23/04/2026 | 23:48
Mostrar Mais
Próximo post
GDF autoriza concurso com 812 vagas imediatas para professores

GDF autoriza concurso com 812 vagas imediatas para professores

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Navegue por aqui

  • Artigo de Colunistas (7)
  • Brasil (75)
  • Brasilia do Alto (2.371)
  • Cidades DF (3)
  • Ciência (1)
  • Ciência e Saúde (1)
  • Concursos (13)
  • CRIMES CONTRA INFÂNCIA NA INTERNET (1)
  • Cultura (1.471)
  • Destaque (10.059)
  • Detran-DF (2)
  • Direitos Humanos (67)
  • Economia (2.002)
  • Educação (120)
  • Esportes (528)
  • Exercito Brasileiro (1)
  • Famosos (1)
  • Geral (692)
  • Guerra (3)
  • Homicídio (1)
  • Internacional (188)
  • justiça (310)
  • Luto (4)
  • Meio Ambiente (89)
  • Mundo (1.221)
  • Notícias (11.326)
  • Polêmica (1)
  • Polícia Federal (36)
  • Política (2.512)
  • Regiões (1.640)
  • Religião (3)
  • Saúde (1.231)
  • SEGURANÇA PÚBLICA (1)
  • Tecnologia (1.903)
  • Tráfico de Drogas (2)

Veja por Categoria

  • Artigo de Colunistas (7)
  • Brasil (75)
  • Brasilia do Alto (2.371)
  • Cidades DF (3)
  • Ciência (1)
  • Ciência e Saúde (1)
  • Concursos (13)
  • CRIMES CONTRA INFÂNCIA NA INTERNET (1)
  • Cultura (1.471)
  • Destaque (10.059)
  • Detran-DF (2)
  • Direitos Humanos (67)
  • Economia (2.002)
  • Educação (120)
  • Esportes (528)
  • Exercito Brasileiro (1)
  • Famosos (1)
  • Geral (692)
  • Guerra (3)
  • Homicídio (1)
  • Internacional (188)
  • justiça (310)
  • Luto (4)
  • Meio Ambiente (89)
  • Mundo (1.221)
  • Notícias (11.326)
  • Polêmica (1)
  • Polícia Federal (36)
  • Política (2.512)
  • Regiões (1.640)
  • Religião (3)
  • Saúde (1.231)
  • SEGURANÇA PÚBLICA (1)
  • Tecnologia (1.903)
  • Tráfico de Drogas (2)
  • Home
  • Expediente
  • Contato

© 2022 Brasil 060 - Todos os Direitos Reservados.

No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Brasilia do Alto
  • Política
  • Regiões
  • Cultura
  • Economia
  • Mundo
  • Contato
    • Expediente

© 2022 Brasil 060 - Todos os Direitos Reservados.

Bem-vindo de Volta!

Faça login na sua conta

Redefinir senha?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Acessar